Sou um professor. Sobretudo – mas não só – por isso, eu também me sinto violentado pelo governo paranaense. Violentado, reajo. Sou de Letras; não tenho formação acadêmica em Ciências Sociais, ou em Ciência Política, nem em História... Mas sempre tive muitos bons professores, tanto nos colégios por que passei, quanto nas várias instituições de ensino superior de que fui aluno. Além disso, já há alguns anos posso dizer, sem medo, que tenho a amizade e a consideração de alguns dos melhores professores (pesquisadores e/ou profissionais da Educação em geral, enfim) do país, espalhados por instituições como CPII, CMRJ, CEFET, Uerj, UFF, UFRJ, UFSC, UFFS, UFG, UFSM, UFMG, UFU, PUC-Rio, entre outras. Arrisco-me a afirmar, também sem medo, que esta minha reação – que, em grande medida, só é possível graças ao que aprendi com esses amigos – traz em si coisas com as quais eles concordarão. Sou alguém a quem ensinaram a ler. “Ler” numa acepção que vai muito além da decodificação dos sin...
E como solicitou, as palavras foram e fizeram seu papel: disseram, encantaram e representaram. Belas palavras.
ResponderExcluirMuito obrigado pelos elogios, Aline! Muita gentileza de sua parte. Um abraço!
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